sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Pausa para a leitura - Para ser Escritor de Charles Kiefer



Título: Para ser Escritor
Autor: Charles Kiefer
Editora: Leya
Ano: 2010

Não avaliado




Sinopse:

Um livro que desvenda o processo criativo da escrita e orienta o leitor sobre como realizar o seu sonho de se tornar escritor.

   Tenho que reconhecer, não estou plenamente amadurecido para ler esse livro por inteiro. Não posso desmerecer o autor e a linguagem utilizada no livro, que é muitas vezes difícil de ser compreendida. Vi muitos comentários negativos no Skoob, a avaliação lá embaixo e só fiquei curioso por que vi este livro no blog Tomo Literário, o título desperta o interesse de quem ingressou no mundo da literatura como escritor e deseja adquirir algo mais para se aprimorar.

   Eu já imaginava que não seria um livro traçando os passos principais para alguém se tornar escritor ou até mesmo conter exercícios a serem feitos para que sejamos testados se temos a capacidade de escrever ou não. Ser escritor está muito além do que pode ser teorizado. Uma pessoa capaz de contar uma história bem elaborada pode ser escritor se assim conseguir transpor seus pensamentos para uma folha de papel.

   Existe no livro algumas passagens que ajudam em nossas definições, por exemplo o que diferencia um escritor de um autor, as diferenças entre crônicas e contos, é feita uma análise sobre os autores iniciantes e sua auto-estima elevada nas publicações iniciais, a necessidade de revisar, rever tudo aquilo que escrevemos e não ficarmos endeusando nossas próprias publicações, ou seja, o ego elevado.

   Num de seus capítulos, o autor mostra uma realidade sobre o que escrevemos e achamos original, inusitado, mas que na verdade alguém num passado remoto já escreveu algo bastante parecido. Comenta também sobre plágios. Mas tem momentos do livro que fui incapaz de compreender exatamente o que Charles Kiefer quis passar e isso foi decepcionante para mim, quem sabe daqui mais algumas décadas eu seja capaz de compreender.

   Quem adquirir um exemplar não deve criar a expectativa de que sairá com uma receita pronta para fazer um livro, como muitos devem ter pensado quando avaliaram negativamente o livro no skoob. Tampouco se tornará um escritor melhor, imagino eu, pois tudo dependerá da receptividade daquilo que está sendo escrito e para qual público alvo se quer alcançar. Se não tem público, não se tem avaliação.

   Se mais alguém leu e quer comentar, por favor o faça!

   Até a próxima!


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A capa já está pronta de Chapada - Volume II


   Pois é minha gente! Enquanto estou fazendo a revisão do livro, minha esposa decidiu dar uma ajuda e produziu a capa da continuação do livro Chapada. O subtítulo ficou definido como "A Consolidação do Amor". Em breve o livro estará nas principais livrarias que vendem e-books.


   Eu gostei da produção, dei algumas sugestões para que se chegasse à esse resultado, mas todo o trabalho foi dela, de Eva Costa. Enfim, para quem não leu ainda o primeiro volume, se adiante para não perder a continuação.

   Até a próxima!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Concluindo o segundo volume de Chapada


   Nesse último fim de semana (21/02/16) encerrei o segundo volume da continuação de Chapada. Seria simples sua publicação se não existissem outras etapas a serem concluídas. Já escrevo no formato A5, utilizo o estilo personalizado para identificar os títulos e isso automatiza a criação do índice, já deixo a quantidade de páginas para contracapa, dedicatória e índice, coisas desse tipo. Mas o que falta?

   Além do corretor ortográfico automático do Word, eu leio e releio o livro pelo menos duas vezes antes de ter a certeza de publicá-lo. Na primeira leitura eu tenho que me apaixonar pelo que escrevi, parece até meio narcisista isso, mas sem alguém para revisar minhas obras tenho que ser meu próprio crítico. Nessa fase procuro por erros gramaticais, tempos verbais, ortográficos e procuro me identificar com o que escrevi. Por vezes passo direto por algum parágrafo ou página quando não consigo corrigir ou entender aquilo que está escrito.

   Na releitura, eu procuro me desapegar da minha identidade com o livro e começo a verificar a parte da temporalidade da história, as correlações com os personagens e se algo que foi escrito lá atrás não está em conflito com o que está mais adiante. Quando chego naqueles trechos que não consegui corrigir, se ainda estiver causando uma má impressão, eu paro e dou atenção especial para dar uma forma mais apresentável.

   Depois disso eu configuro o modo tradicional de iniciar os capítulos pelas páginas ímpares, verifico a possibilidade de inserir alguma imagem, se é necessário inserir ou retirar alguma nota de rodapé, coisas assim. É claro que podem existir alguns erros, de digitação ou gramatical principalmente, mas tenho visto que eles são toleráveis e estão dentro de uma margem aceitável de erro. Se encontrar algum em uma de minhas obras, por favor me avise que corrijo de imediato.

   Livro concluído, falta apenas a capa e inseri-lo nos principais meios de divulgação gratuita.

   Até a próxima!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Sessão NETFLIX - Querida, Encolhi as Crianças (1989)






Dirigido por: Joe Johnston
Atores: Rick Moranis, Jared Rushton, Marcia Strassman, etc.
Gênero: Comédia
Nacionalidade: EUA



   Ontem foi um dia atípico para mim e minha filha, tive que pegá-la após o almoço na escola e já em casa, assim que terminou de fazer sua atividade (para mim era dever de casa), ela preferiu ficar fazendo "arte" com um rolo de papel toalha vazio e uma tesoura. Há muito tempo eu queria assistir com ela esse filme, filmado em 1989, portanto há praticamente 27 anos atrás e que eu assisti por muitas vezes na sessão da tarde.

   Sinopse:
O cientista Wayne Szalinski (Rick Moranis) tem como resultado de uma má experiência o encolhimento acidental dos seus dois filhos adolescentes. Além deles, também encolhe sem querer dois meninos da vizinhança, e todos ficam do tamanho de insetos. Agora os adolescentes vão ter que enfrentar diversos problemas por serem tão pequenos, enquanto o pai procura por eles, e também por uma solução.
   Após Wayne obter insucesso com sua máquina encolhedora de partículas, um acidente ocorre após uma criança da casa vizinha acertar a janela do sótão com uma bola de basebol e a mesma ligar a máquina e parar entre o feixe de laser e a lente encolhedora. Junto com o irmão, as crianças sobem para recuperar a bola e acidentalmente são encolhidas.

   Eu tenho a certeza que para a imaginação de uma criança não há importância com os efeitos especiais, que nesse filme em muitos momentos surpreendem por que atualmente vimos muito mais facilmente edições gráficas feitas por computador do que verdadeiros artistas que se esforçam ao máximo para transformar um efeito no mais próximo do real possível.

   É de se esperar, portanto, que em determinados momentos alguns efeitos não tragam mais aquela sensação de realidade para nós adultos, mas para a criança é outra coisa. Voltando ao filme, dr. Wayne retorna à sua casa após sua tentativa de obter financiamento para sua máquina fracassar. Ele não se atenta que dois sofás foram encolhidos e ainda acreditando que sua máquina encolhedora não funciona, decide quebrá-la. Após isso, ele acaba juntando o lixo e aspirando o chão fazendo com que seus filhos e dos vizinhos fossem sugados para um saco que é jogado na calçada da rua para ser recolhido.

   As crianças então conseguem sair do saco e enfrentam uma aventura numa "floresta" imensa que é o trajeto do percurso até a casa de dr. Wayne, se deparando com formigas, abelhas, escorpião e até mesmo uma chuva de bombas de gotas d'água expelidas pelo irrigador do jardim. Ao mesmo tempo, dr. Wayne se dá conta que de alguma forma a máquina encolhedora funcionou e fez com que seus filhos ficassem pequenos demais e vai à procura deles para reverter o encolhimento.

   Para quem gosta de comédia e filmes infantis, vale à pena assistir Querida, Encolhi as Crianças, que apesar de ter sido filmado em 1989 e possuir alguns efeitos visuais, digamos, rústicos, não faz perder a graça da história.

   Até a próxima!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Pausa para a leitura - A Matéria dos Sonhos




Título: A Matéria dos Sonhos - Uma viagem para um novo início
Autora: Valéria Martins
Quantidade de páginas: 290
Onde encontrar: Amazon
Avaliação Skoob: 4,6 
Total de 11 avaliações até o fechamento deste post
Total de resenhas no Skoob: 5


   Sinopse do livro:
Jovem rica e mimada, Mariana sofre uma imensa decepção amorosa às vésperas do casamento e cai em depressão. Seu irmão aventureiro a incentiva a empreender uma viagem a Chapada Diamantina, na Bahia, a fim de espairecer e encontrar um novo rumo. Lá ela se depara com paisagens belíssimas, conhece um modo de vida bem diferente do que estava acostumava, envolve-se com o guia turístico Alex e desfruta a verdadeira amizade com Claudia, menina maluquinha a quem o destino a uniu para sempre.
  Bianca, do blog Epílogos e Finais, se tornou mais uma parceira para ler um de meus livros, Chapada - A Descoberta de uma Paixão e ao inserir em sua página que o leria em breve, fez o anúncio em conjunto com uma autora parceira, Valéria Martins e seu livro A Matéria dos Sonhos. Ao ler a sinopse, percebi que houve uma grande coincidência ou até mesmo a intenção de comparar dois livros que possuem em sua história o cenário da Chapada da Diamantina.

   Além de Epílogos e Finais que resenhará o livro A Matéria dos Sonhos, podemos ver que já há uma quantidade razoável de resenhas no Skoob e se pesquisar encontraremos mais outras em diversos blogs sobre leitura com uma avaliação superior à nota 4,0.

   Fisicamente o livro possui 290 páginas aproximadamente e se não fosse uma boa leitura eu não teria devorado em menos de dois dias. Antes eu vinha numa leitura lenta do livro Para ser Escritor, de Charles Kiefer, o qual adquiri para tentar absorver um pouco de conhecimento que a obra poderia me fornecer. Num dos capítulos de Kiefer  ele comenta que a maioria dos autores não costumam ler obras de seus colegas e então me cedi à oportunidade de parar um pouco para apreciar uma boa leitura.

   Por um lado foi muito importante essa parada, perceber que Chapada possui um laço em comum entre o meu livro e o de Valéria Martins, porém com locações e abordagens diferentes. A formação dos personagens também é, como eles foram descritos pela autora logo no início, reproduzindo a fisionomia de Mariana, seu modo de viver e de se relacionar, as condições sociais das famílias e o status do que representaria o casamento para ambos. Isso traz a originalidade para cada título e o de Valéria Martins possui um público alvo bastante feminino que procura romances daqueles que é sonhado e muitas vezes ainda não alcançado. Já o meu ainda não sei definir, possui uma realidade implícita na leitura que muitas vezes pode não parecer romance, exceto quando os personagens se aproximam.

   Encontrei mais um ponto em comum além do cenário: o conflito social, amar alguém que não faz parte de sua vida social e saber que trazê-la para si ou continuar no mundo dela seria algo impossível. Porém, no meu caso esse conflito permanece em desenvolvimento no segundo volume de Chapada e não há previsão de que terá o mesmo fim.

   Não irei resenhar o livro por não estar em condições técnicas ainda de tecer comentários específicos do livro. Eu leio muitas vezes abstraindo (mas que zorra é isso?). Fico lendo e imaginando as cenas como num filme, fico passando os detalhes de um personagem e imaginando qual atriz se encaixaria perfeitamente no papel e ao mesmo tempo fico procurando alternativas para os caminhos dados pela autora. Muitas vezes tenho que retornar parágrafos ou folhas inteiras por estar lendo uma coisa e criando uma imaginação de outra, fugindo completamente da leitura. Não me prendo a parágrafos e trechos, encontrei alguns muito interessantes que deveria ter marcado para citar aqui, mas acabei passando direto e não tenho condições de encontrá-los se não ler o livro por inteiro novamente.

   Como ainda possuo projetos de livros pendentes, infelizmente não dará para reler o livro, o que vale muito à pena, encontrar detalhes perdidos por entre as linhas deixadas pela autora. Tenho ainda o de Kiefer para concluir também e esse blog para dar prosseguimento.

   Nos vemos na próxima! Até mais!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Sessão Cinema - Deadpool




Dirigido por Tim Miller
Atores: Ryan Reynolds, Morena Baccarin, etc.
Gênero: Ação, Aventura, Comédia
Nacionalidade: EUA / Canadá
Avaliação adorocinema: 4,5
Nossa avaliação: 4,0/5



Ex-militar e mercenário, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é diagnosticado com câncer em estado terminal, porém encontra uma possibilidade de cura em uma sinistra experiência científica. Recuperado, com poderes e um incomum senso de humor, ele torna-se Deadpool e busca vingança contra o homem que destruiu sua vida.

   Deadpool definitivamente não é um filme recomendado para menores de 18 anos, não por conta das cenas de violência que todo mundo vê em qualquer jornal, mas sim pelas conotações sexuais, embora tenha muito adolescente de 16 anos que já viu algo mais bizarro que no próprio filme.

   O filme não se vale apenas do humor negro, se vale de qualquer tipo de piada, desde decapitar uma cabeça e utilizá-la como uma bola para ser chutada diretamente em outro inimigo até uma cena de sexo com sua amada simulando inversão. Hã???? Inversão? Basta por a mente para imaginar que os papéis se invertem na cama e a mulher assume o papel masculino e utiliza uma prótese presa a um cinto para, digamos, mostrar literalmente ao homem o que é tomar no c*.

   Existem referências do filme a participação de Ryan Reynolds como Lanterna Verde e até mesmo como o primeiro Deadpool em Wolwerine, o primeiro filme. Wade Wilson (Ryan) não perde a piada em qualquer instante do filme. As cenas de ação foram bem coreografadas e fica até a dúvida com um ex-mercenário domina a arte de luta com espadas e artes marciais? Mas enfim, somente a Marvel para explicar bem isso, ou até mesmo, as inúmeras edições de HQ que saíram e nunca li.

   É um filme que vale muito à pena ser assistido no cinema. Na sessão que estivemos a sala estava cheia com bons momentos de gargalhadas e tem que esperar o filme por completo para assistir a um teaser completamente divertido. Por ser irreverente já basta como bom filme de ação.

  É isso aí, se falar demais estraga.
  Abraços!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Parceria - Epílogos e Finais

 
   Mais um fruto da minha persistência em promover parcerias com blogs e bookaholics que estejam interessados em ler uma de minhas obras ou até mesmo todas. Bianca, do blog Epílogos e Finais, é a mais nova parceira literária. Ela se interessou pelo livro Chapada - A Descoberta de uma Paixão e em breve teremos uma nova resenha para divulgar.

   Curiosamente descobri que a autora Valéria Martins, que também estabeleceu parceria com o blog Epílogos e Finais, publicou o livro A Matéria dos Sonhos tendo como cenário a Chapada Diamantina. Ou seja, coincidências ou não, Bianca terá a oportunidade de ler dois livros descrevendo o mesmo local, porém com histórias distintas.

 Em breve teremos mais novidades, enquanto isso, aproveitem para acessar o blog Epílogos e Finais para ler mais sobre essa parceria, curtir e fazer comentários.